Por Alexandre A. P. Cardoso
RESUMO
O presente artigo presta-se a discorrer sobre o uso da magia na religião pós-moderna. Assim, define os termos relevantes para a compreensão do assunto, além de enfatizá-los em contraposição à prática religiosa em essência e em culto com ênfase na religião evangélica. Além disso, aponta os pseudobenefícios e reais malefícios da introdução do sincretismo na religião, tendo em vista os pressupostos e precedentes religiosos pré-estabelecido por Deus como axioma de re-ligamento entre criatura e Criador. Por fim, sugere métodos de compreensão e prática quanto à verdadeira religião através da verdade nela instaurada e como mantê-la conservadora em meio à era da pósmodernidade.
PALAVRAS-CHAVE
Religião, pós-modernidade, magia, sincretismo.
ABSTRACT
The present article lends itself to discussing the use of magic in postmodern religion. Thus, it defines the terms relevant to the understanding of the subject, in addition to emphasizing them in contrast to the religious practice in essence and in worship with an emphasis on the evangelical religion. In addition, it points out the pseudo benefits and real harms of the introduction of syncretism into religion, in view of the assumptions and religious precedents established by God as the axiom of re-linking between creature and Creator. Finally, it suggests methods of understanding and practicing true religion through the truth established in it and how to keep it conservative in the midst of the postmodern era.
KEY WORDS
Religion, postmodernity, magic, syncretism.
RELIGIÃO
O renomado teólogo Charles Hodge, em sua Teologia Sistemática, ao definir teologia, diz ser ela a ciência da religião. Para ampliar e argumentar suas idéias sobre o que acabara de afirmar, ele julga importante tratar a definição da palavra religião. Segundo ele essa palavra é ambígua e sua etimologia é duvidosa. Ela é explicada de três modos distintos. O primeiro
“Relegere” utilizado por Cícero. O segundo “Reeligere” vindo de S. Agostinho. Por fim, “Religare” que é utilizado por Lactâncio. Ante todas estas diferenças, a única coisa em comum que, de maneira “forçada”, pode-se extrair delas é o fato de apontarem para uma re-ligação – neste caso entre o homem e Deus. No entanto para o também renomado teólogo, Herman Bavink, o significado da religião cristã não pode ser determinado a partir da disputada etimologia da palavra “religião”. Para ele a definição de religião deve ser definida pelos precedentes bíblicos, ainda que a Bíblia não dê uma ideia geral de religião. Porém, com o que se pode extrair dela, tendo em mente ser ela a revelação de Deus, a religião bíblica é, em primeiro lugar, um assunto do coração: ela nunca é esgotada pela observação externa.
A semelhança entre o pensamento destes dois teólogos em relação à definição de religião é que ambos se apoiam na argumentação de Tomás de Aquino quanto ao termo. Tomás de Aquino dá perfis mais exatos ao sentido desta re-ligação, recordando o seu estatuto metafísico ou ontológico. Ele descreve a nossa religião a Deus, desta forma: o mundo inteiro, antes de existir em si, existia na mente de Deus (eis ai a nossa primeira dependência em relação ao Criador); pelo ato criador, o universo vem à existência (eis a separação “parcial”); a criatura racional reconhece a existência de uma ligação com o Criador, e tende a voltar para Ele, de modo consciente e livre (eis aí a
re-ligação, a religião), diz Hodge. E por isso a religião não é uma questão de virtudes teológicas que têm Deus como seu objeto direto, mas de virtudes morais das quais Deus é o fim. O real objeto da religião aqui é a devoção obedientemente oferecida a Deus, diz Bavinck.
Desta forma, no presente ensaio, religião terá como definição: virtude pela qual os seres humanos oferecem a Deus devoção e adoração a Ele devidas em um ato de re-ligação.
PÓS-MODERNISMO
O Pós-Modernismo ou Pós-Modernidade (difíceis de distinguir, sendo o primeiro muitas vezes o resultado do posterior) é um processo contemporâneo de mudanças significativas nas tendências artísticas, filosóficas, sociológicas e científicas. Nasceu em St. Louis, Missouri, no dia 15 de julho de 1972 às 15 horas e 32 minutos e marca o fim de uma cosmovisão única e universal, pois, o pós-modernismo tem a ver com uma atitude intelectual e com uma série de expressões culturais que colocam em questão os ideias, princípios e valores que se acham no centro da estrutura mental moderna e por esta razão não deve ser definido apenas como um ideal ou filosofia mas também como era ou período.
Este período tem tido diversas ramificações políticas: suas “ideias antiideológicas” parecem ter sido positivamente associadas com o movimento feminista, aos movimentos de igualdade racial e a favor dos direitos dos homossexuais, a maioria das formas do anarquismo do final do século XX, de movimentos pacifistas e vários híbridos destes com os atuais movimentos antiglobalização. As principais características do movimento pós-moderno são a ausência de valores e regras, imprecisão, individualismo, pluralidade, mistura do real e do imaginário (hiper-real), produção em série, espontaneidade e liberdade de expressão.
Em razão da singularidade e propriedade dos termos apresentados, no seguinte ensaio pós-modernismo ou pós-modernidade será definido como:
período de subjetivismo epistêmico e prático pessoal, social, e especificamente religioso.
RELIGIÃO PÓS-MODERNA
Fica fácil definir religião pós-moderna ao fazer a junção de definições de religião e pós-modernidade. Logo, religião pós-moderna pode ser definida como o ato subjetivo pelo qual os seres humanos oferecem a Deus devoção e adoração a Ele devidas em um ato de re-ligação. Em outras palavras, no pensamento religioso pós-moderno, continua sendo quisto do ser humano prestar a Deus devoção e adoração, no entanto, a forma com a qual isto é feito é relativa e inerente ao objeto que cultua e não ao objeto cultuado. Não é só a relação de culto que é trazida ao subjetivismo pós-moderno quando se trata de religião, mas o ato de re-ligamento em si. Isto é, a forma com a qual se tem hábito de tradição ou até mesmo a forma estabelecida pelo Criador para o relacionamento de re-ligação passa a ser alterada mediante as circunstâncias, concepções e preferências da criatura.
Esta relativização não só altera o formato singular do relacionamento criatura e Criador no campo epistêmico e metafísico, mas também no campo prático e físico. Esta alteração, por assim dizer, se dá em razão aos decréscimos e, principalmente, acréscimos condicionados à relação. De forma simples: àquilo que não é concebido, quer por qual razão seja, à criatura é excluído por ela tanto do culto quanto da relação devocional prática ao Criador e aquilo que é aprazível, quer por qual razão seja, à criatura é acrescentado por ela tanto no culto quanto na relação devocional prática com o Criador. No presente ensaio será tratado de forma específica um dos acréscimos mais utilizados, hoje em dia, na sociedade pós-moderna no culto e na devoção das criaturas ao Criador: a magia.
MAGIA
Essa palavra – magia – é relacionada ao termo persa “magu“, (sacerdote, mágico). É daí que vem o termo grego mágos. No latim encontramos a expressão magic ars, (artes mágicas), cujo paralelo grego é magikê tékne. A ideia da mágica é, portanto, que certas pessoas têm a – ars – capacidade de manipular poderes sobrenaturais, a fim de alterar para melhor ou para pior alguma situação.
Ante o conceito estabelecido, é importante saber que há alguns pressupostos na magia. O principal deles é que existem realidades, forças e seres invisíveis, que podem influenciar a vida humana. Estas forças e seres ouvem e saem em socorro de certas pessoas, que dominaram certas técnicas, cujas vidas foram dedicadas a essas coisas. A partir disso todo o desenvolvimento de uma crença mágica pode e é desenvolvido. As forças e possibilidades, segundo os crentes na magia, dão-se por meio de palavras chave e sinais corporais ou por meio de objetos, por exemplo. Estes, podemos dizer, são os meios de funcionamento da magia.
Num sentido amplo, observando os axiomas sobre magia, muitos dizem, de maneira generalizada, que toda religião crê em magia e é mágica. No entanto, a melhor forma de observar isto é destacando que a magia em si não é religião, antes – definição utilizada neste trabalho – é uma cosmovisão que têm seu pressuposto principal semelhante ao das religiões.
O USO DA MAGIA NA RELIGIÃO PÓS-MODERNA
Sabendo que a religião pós-moderna subjetivou como o re-ligamento entre o homem e Deus se dá, não é difícil pensar que a magia começou a fazer parte da religião pós-moderna. Outro fator que, certamente, corrobora para a introdução da magia na religião pós-moderna é a similaridade em seus pressupostos. Desta forma, na concepção atual de religião, tanto a aproximação quanto o culto prestado da criatura ao Criador pode ser realizado por meio da magia em suas várias vertentes, como é exposto a seguir.
Animismo
O animismo pode ser definido simples e basicamente como “a crença em seres espirituais” , o que é muito semelhante ao pressuposto básico da religião – crer em um ou vários seres espirituais. Assim, sendo uma espécie da magia, o animismo é uma cosmovisão e não uma religião propriamente dita. Porém, o conceito – que conduz a prática – de magia está muito presente no
animismo, “uma vez que a magia é centrada na manipulação das forças impessoais, quer para o bem, quer para o mal, e com as quais e desenvolvem mecanismo de afinidade utilitária” (CÁCIO, 2014).
A religião com cosmovisão animista provavelmente mais conhecida é o panteísmo. Uma vez que precedentes do animismo se encaixam perfeitamente às concepções do panteísmo: crença de que o mundo físico é animado pelo mundo metafísico. Sem essa força vital que anima o mundo não haveria vida. Em outras palavras, todas as coisas são espirituais aos olhos do animismo, assim como do panteísmo – com o agravante de “endeusar” algumas destas coisas supostamente animadas ou atribuir a demais seres poderes divinos quer específicos ou não.
Sincretismo
“O sincretismo é uma mistura de princípios religiosos diferentes ou expostos, com aceitação de todos como verdadeiros, em maior ou menor escala, independentemente de essa mistura ocorrer apenas em termos de influência ou de fusão” (CÁCIO, 2014). Portanto, certamente, o sincretismo faz parte da religião pós-moderna. Na verdade, o sincretismo é, provavelmente, a cosmovisão religiosa mais vigente na religião de maneira geral, e por isso se tornará efetivo no presente trabalho de agora em diante, uma vez que a partir do próximo tópico falaremos de uma religião específica.
Antes, porém, importa saber que embora o sincretismo tenha vários formatos, em geral o que mais atinge a religião pós-moderna é o de aceitar uma nova religião e interpretá-la pela ótica da antiga religiosidade, fazendo, assim, uma religião com pressupostos “tradicionais” em moldes “modernos”.
RELIGIÃO EVANGÉLICA
Trazendo à tona a definição de religião dada no presente artigo, resta agora definir o termo evangélico (a), que pode receber a seguinte definição: “movimento que enfatiza a autoridade suprema das Escrituras e a morte expiatória de Cristo” (MCGRATH¹, 2007). Desta forma, religião evangélica é a
virtude pela qual os seres humanos oferecem a Deus devoção e adoração a Ele devidas em um ato de re-ligação provindo da autoridade suprema das Escrituras e da morte expiatória de Cristo. Simplificando o termo, pode-se dizer que religião evangélica é a religião que presta o que é devido a Deus pautada tão somente na mensagem sobre Jesus Cristo provinda das Escrituras.
A introdução da magia na religião evangélica
Como visto, a religião evangélica tem os seus alicerces bem definidos. É pautada e conduzida por pressupostos gerais e específicos totalmente coesos.
No entanto, a religião evangélica, ao longo do tempo, tem “sofrido” fortes influências de cosmovisões variadas, entre elas a da magia, de várias formas e em vários aspectos, porém, com maior força, do sincretismo.
Este sincretismo nos meios evangélicos tem se intensificado e se tornado cada vez mais aparentes. Além disso, o seu desenvolvimento é notório quanto às práticas e vertentes que, cada vez mais, beiram o absurdo num sentido que é contrário à religião evangélica e próximo à magia.
Existem diversas razões para a magia, no formato sincrético, adentrar as religiões, em especial a religião evangélica. Da mesma forma, também há diversas razões para resistir tais práticas. Em suma, o sincretismo apresente supostos benefícios enquanto esconde seus reais malefícios.
Os pseudo benefícios da magia sincrética
Talvez a maior das “defesas” da inserção do sincretismo nas religiões evangélicas seja a pluralidade de ideias, um inclusivismo. Muitos alegam que
“o pluralismo religioso continuará a ser uma característica da existência humana” (MCGRATH¹, 2007), por isso é supostamente correto que haja inclusão de ideias e ideais religiosos em uma religião, com a tentativa de unificá-la e agregar um número expressivo de pessoas e até mesmo de maioria em referência às religiões existentes.
Assim, pode-se dizer que um dos – ou maior – pseudobenefícios da inclusão do sincretismo na religião é seu “atendimento” a “todos”. Com o argumento de que os pressupostos continuam os mesmos, e assim a tradição ou cerne da religião – evangélica em questão – não será deixado ou anulado, antes, terá acréscimos “benéficos” tanto para a religião em si, quanto para os que se agregarão a ela. Em suma, o pseudobenefício do sincretismo é, na verdade, uma relação pragmática.
Os reais malefícios da magia sincrética
O problema não está, em suma, no pragmatismo em si, nem no ideal de que a religião evangélica agregue mais fiéis. O problema se dá em razão dos precedentes que devem ser deixados para tal, através do sincretismo. Isto se dá, pelo critério definidor de religião evangélica, que extrai sua fonte religiosa, tão somente, do testemunho da Escritura como anunciação da vontade de Deus para o homem, inclusive, em seu relacionamento e culto a Deus.
Em outras palavras, pode-se enxergar da seguinte forma: nas Escrituras, Deus estabelece a forma com a qual relaciona-se com o homem em religamento, isto é, a forma com a qual o homem tem essa possibilidade, e também estabelece a forma com a qual deseja ser cultuado pela criatura. O sincretismo, portanto, fere estes princípios ao agregar “objetos” estranhos a estes dois processos pré-estabelecidos pelo próprio Deus.
Desta forma, o real malefício, dentre muitos, do sincretismo religioso em meio à religião evangélica está na falsa relação de religião e culto estabelecida entre o homem e Deus. De forma que, torna-se o precedente real da religião evangélica uma caracterização do pressuposto comum das religiões e cosmovisões religiosas. A magia sincrética, portanto, traz um real malefício á religião evangélica enquanto sua essência. E, certamente, em decorrência desta deturpação essencial, outros demais malefícios.
Extirpando a magia dos meios evangélicos
Visto ser a magia algo maléfico ao cerne da religião evangélica, tanto em conceito quanto em prática, deve-se, portanto, considerá-la uma ameaça à verdadeira religiosidade. Desta forma é necessário que a magia, principalmente a sincrética, seja extirpada da religião evangélica. Há, certamente, muitos meios, formas e ferramentas para tal, no entanto, há uma que é absolutamente indispensável.
Dogma
A palavra dogma, do grego dokein (“ser da opinião”), denota aquilo que é definido, aquilo que foi decidido e, portanto, está estabelecido. De um modo geral, o dogma ou dogmatismo é uma espécie de fundamentalismo do senso comum. Sendo assim, o dogmatismo é o conjunto de dogmas teológicos, isto é, de expressões surgidas com pensamentos filosóficos de oposição a princípios ou pertencentes à Igreja extraídos da Escritura Sagrada.
Torna-se o dogma, portanto, crucial para o combate da magia sincrética da religião evangélica. Ter um dogma, crer no dogma, e seguir o dogma é a forma mais eficaz de afastamento ao flerte com qualquer tipo de cosmovisão que não seja bíblica, e mais ainda de corte para os meios que já aderiram a magia junto às suas práticas.
UMA RELIGIÃO CONSERVADORA NA ERA PÓS-MODERNA
Não se pode permitir que a religião evangélica seja relegada ao status de mais uma religião entre outras. O evangelho é, em sua essência, a tríade da verdade, é um dogma. Por essa razão, a religião evangélica tem em si mesma o axioma basilar para seu sustento. O pressuposto, neste caso, pode servir-se também do precedente, isto é, da verdade.
A característica principal da verdade, enquanto religiosa, é sua “inerte” ao tempo num sentido de imutabilidade. A verdade é permanente. Desta forma, não cabe a ela nenhum acréscimo, dado a sua auto suficiência lógica. Por isso, a religião evangélica, que não só tem a verdade em si inserida, mas a tem como basilar, fundamento, pressuposto e precedente, também não precisa – e dispensa – de qualquer tipo de acréscimo.
Por isso, ao contrário do que o sincretismo mostra, a religião evangélica dispensa qualquer tipo de acréscimo mágico e/ou pós-moderno. Antes, mantendo-se conservadora, terá sua relevância e, mais do que isso, sua religiosidade sã na concepção e na prática. Em suma, a religião evangélica é a religião que tem todos os requisitos para manter-se conservadora em meio à sociedade pós-moderna, e assim deve fazê-lo.
CONCLUSÃO
Conclui-se, portanto, que, de fato, estamos em tempos pós-modernos e que o pós-modernismo, em suas muitas faces, adentrou as religiões inclusive a religião evangélica. Podemos identificá-lo através da proclamação da sua cosmovisão, defini-lo por meio de seus pressupostos e precedentes e, então, combatê-lo com o dogma – Escritura Sagrada. É extirpar os meios do pósmodernismo na religião com vistas em uma religião verdadeira que é estabelecida pelo Criador às criaturas em sua prática de re-ligamento e culto. A religião evangélica precisa ser conservadora em seus pressupostos e precedentes compreendendo que estes são benéficos a ela e que os acréscimos, em especial pós-modernos, a ela são maléficos.
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